En 30 segundos
- O leitor da Tikzet valida ingressos QR sem internet, de qualquer celular, e sincroniza quando a conexão volta.
- Se um QR já foi usado, aparece um aviso vermelho: o mesmo ingresso não entra duas vezes.
- O segredo está em preparar a portaria antes: celulares, equipe com o papel certo e um teste no local.
Se o 4G cair às 23h, com 500 pessoas na fila da portaria, o seu evento continua entrando?
Para muita produtora, a resposta honesta é “depende da sorte”. Galpão com paredes grossas, sítio a 40 minutos da cidade, balada no subsolo, festival com milhares de celulares disputando a mesma antena: o sinal cai justamente quando todo mundo chega ao mesmo tempo. E se o leitor de ingressos precisa de internet para validar, a fila para.
O leitor da Tikzet foi feito para esse cenário. Ele valida os QR sem internet, de qualquer celular, e sincroniza quando a conexão volta. Se um QR já foi usado, aparece um aviso vermelho: o mesmo ingresso não passa duas vezes.
Mas tecnologia sozinha não organiza portaria. Aqui vai o passo a passo para montar uma entrada que funciona com ou sem sinal.
1. Descubra como é o sinal no local
Antes de qualquer coisa, vá ao local num horário parecido com o do evento e veja o sinal no ponto exato onde vai ficar a portaria, não no estacionamento. Teste com mais de uma operadora.
Se o sinal for bom, ótimo. Se for ruim ou inexistente, você já sabe que vai trabalhar no modo sem internet, e nada do que vem a seguir muda.
2. Defina quantas pessoas vão validar
Pense no horário de pico, não na média. Uma festa que abre às 23h costuma ter a maior parte do público chegando de uma vez. Um congresso, ao contrário, recebe gente aos poucos desde cedo.
Cada pessoa da equipe de portaria valida com o próprio celular. Não precisa de aparelho especial, leitor dedicado ou aluguel de equipamento: qualquer celular com câmera serve.
3. Dê a cada um o papel certo
Quem fica na portaria não precisa ver quanto você vendeu. Adicione essas pessoas à sua equipe com o papel de Validador: elas só validam QR. Se alguém da portaria também vende com link de indicação, o papel Staff faz as duas coisas.
Com isso, você não precisa emprestar o seu login para ninguém. E se quiser algo mais específico, pode criar papéis próprios com as permissões que a sua equipe usa.
4. Deixe o leitor pronto antes de abrir
Peça que cada validador entre no app com o próprio usuário e deixe o leitor do evento aberto antes de ir para o ponto da portaria. Um bom momento é a reunião de equipe, antes de abrir as portas, quando ainda dá para resolver qualquer dúvida de login.
Daí em diante, o leitor valida com ou sem internet. Se o sinal cair, a fila não percebe.
5. Faça um teste com ingressos reais
Antes de abrir, compre ou envie para você mesmo um ingresso de teste e valide no local, com o celular em modo avião. Depois tente validar o mesmo QR de novo e veja o aviso vermelho aparecer.
Leva cinco minutos e tira a dúvida da equipe toda. Ninguém quer descobrir como o aviso funciona com um cliente na frente.
6. Prepare a resposta para o aviso vermelho
O aviso vermelho significa que aquele QR já foi usado. Na prática, quase sempre é uma destas situações:
- O comprador mandou o print do ingresso para um amigo, e o amigo entrou primeiro.
- Alguém tentou entrar com um ingresso compartilhado no grupo.
- A pessoa saiu e quer entrar de novo.
Combine com a equipe o que fazer em cada caso, e quem resolve. O ideal é que o validador não discuta na fila: ele chama o responsável e segue validando.
7. Organize a fila antes do leitor
O leitor resolve a validação, mas a fila começa antes. Algumas coisas ajudam:
- Peça para o público chegar com o QR já aberto na tela. Um aviso no grupo ou nos stories no dia do evento resolve.
- Separe uma fila para quem tem problema (QR que não abre, ingresso no celular de outra pessoa) para não travar a principal.
- Coloque o validador num lugar com boa iluminação. A câmera lê melhor e mais rápido.
8. Deixe sincronizar depois
Quando a conexão voltar, seja no meio da noite ou quando a equipe sair do local, o leitor sincroniza as validações. Não precisa fazer nada além de manter o app aberto quando o sinal reaparecer.
Quanto custa e como recebe
O leitor faz parte da Tikzet, que é o app para vender ingressos. Você vende e recebe com o seu próprio meio de recebimento: no Brasil, Mercado Pago (Pix e cartões), Stripe, PayPal ou transferência na sua conta. Cada venda entra na sua conta (recebimentos no Brasil).
A Tikzet não cobra taxa de serviço do seu público. Se existir uma taxa, ela é sua. O que a Tikzet cobra é um ticket pré-pago por ingresso vendido: R$ 1,75 a unidade, R$ 1,40 em pacotes de 300 a 999 e R$ 1,05 a partir de 1.000, sem vencimento (preços para o Brasil).
Para montar o resto da venda, veja como vender ingressos online no Brasil.
Dúvidas de portaria
Preciso de um celular específico? Não. Qualquer celular com câmera e o app instalado serve.
Dois validadores sem internet conseguem ver os QR que o outro já validou? Cada celular sincroniza as validações quando volta a ter conexão. Se o local tiver algum ponto com sinal, vale deixar a sincronização acontecer sempre que der.
As cortesias também passam pelo leitor? Sim. Cortesia tem QR como qualquer ingresso, e as cortesias não consomem tickets pré-pagos.
A portaria é a primeira coisa que o seu público vive do evento. Crie sua conta na Tikzet, ganhe 25 tickets pré-pagos de presente e faça o teste do modo avião antes da sua próxima data.
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